17 de jun. de 2013

Tarde de Estudos

Tema: Ciências e Namoro
Coordenador do Evento: Jaílson Martins de Souza
                                          Professor de Ciência da E.M. Dinarte Mariz

Local: Escola Municipal Dinarte Mariz
Hora: 14:00h
Data: 17/06/2013



As décadas que antecederam a queda do Muro de Berlim foram berço dos mais variados movimentos artísticos cujo os quais expressavam liberdade individual, amor e desejo de mudança. Para o mundo, viver na constante rivalidade ideológica dos EUA e União Soviética, era decretar cada um ao seu modo, seu jeito de viver. Com a liberação sexual e da contracultura a aquele tempo, ficava clara essa resposta a tantas mudanças. No Brasil, a Ditadura Militar controlou boa parte da cultura nesse período, cerceando as idéias de músicos como Chico Buarque e Gilberto Gil que precisaram modificar o conteúdo de suas letras para passar pela máquina regulatória da censura. Como em outras épocas, a humanidade respira arte como forma de evadir-se do cotidiano, que é cruel e dificilmente aceito. Em todo caso, vamos conhecer um pouco mais sobre a moda, os avanços tecnológicos e a cultura, daquela que é considerada a Era de Ouro da indústria musical.

Quebrando paradigmas:


O prelúdio das discotecas e roupas extravagantes, foi tocado nos anos de 1940 quando estilos tradicionalmente afro-americanos como o gospel norte-americano, a música folclórica, o blues, derivaram o rock and roll, surgido em uma época em que as tensões raciais nos Estados Unidos estavam próximas de vir à tona. Os negros norte-americanos protestavam contra a segregação de escolas e instalações públicas. A doutrina racista "separate but equal" (separados mas iguais) foi derrubada pela Suprema Corte em 1954, mas a difícil tarefa de fazer respeitar a decisão estava por vir. Este novo gênero musical combinando elementos das músicas branca e negra provocou inevitavelmente fortes reações. 

Um branco cantando musica de negros era impensável. Contudo foi o que Elvis se propôs, sendo perseguido pelos múltiplos segmentos da sociedade dos Estados Unidos. Os brancos, representantes da classe mais rica, achavam-no vulgar, enquanto representante de uma estética popular, cuja interface negra - o rock - era uma música de negros e para negros e, por isso, considerada "menor" por aquele grupo dominante. Já os negros, achavam que por ser uma música de origem negra, nenhum branco deveria representá-la e divulgá-la, pois representava um faturamento que sempre lhes fora negado.

A partir do instante o qual cultura se torna negócio, todos os olhos se voltam para o potencial que a música tinha, aliada a gestão inteligente e muitas vezes oportunista, das grandes gravadoras.

Anos 60


Os homens se inspiraram em figuras como Elvis Presley e The Beatles cujo álbuns tornaram-se clássicos dos anos 60 e no estilo motoqueiro. 

No Brasil, a Jovem Guarda fazia sucesso na televisão e ditava moda: Wanderléa de minissaia; Erasmo e Roberto Carlos de roupas coloridas e lenços amarrados no pescoço. Os anos 60 chegaram ao fim com um grande show de rock, o “Woodstock Music & Art Fair”. No estilo hippie, eram comuns os cabelos longos e óculos redondos.

Surge no Brasil, o Movimento Tropicália, em 1967 com Caetano Veloso e Gilberto Gil, além de Os Mutantes, Tom Zé e Torquato Neto.

Em 1967 os Beatles lançam aquele que é considerado o melhor álbum da história: Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band. O álbum se tornou um dos discos mais vendidos de todos os tempos e tido como o mais influente.






Anos 70




A minissaia ficou menor e passou a dividir espaço com o short e 
as saias de comprimento mídi (tamanho médio) e máxi (peças grandes e longas).

As estampas psicodélicas e as cores fortes aliadas a pantalonas (calça em francês), calças usadas por dentro de botas, faziam o visual meio hippie e rebelde daqueles anos.

Em meados da década, a estética hippie perdeu sua força e chegou a vez das discotecas, com camisas de cetim, meia-calça de lurex e roupas à base de lycra.

Na música pop, a importância das palavras foi substituída pelo ritmo, o balanço e a quantidade de decibéis (frequência sonora), coisa que propiciou a aparição de dezenas de grupos e estrelas de sucesso fulminante e rápido desaparecimento. O efêmero (que dura pouco tempo) e o descartável foram campeões em todas as paradas de sucesso.

Anos 80


Refloresceram nestes anos o glamour da noite e o charme do excesso e do brilho. Foi o ano do balonê (saia em forma de balão) e das calças coloridas e metalizadas.

Os anos 80 são conhecidos também como a década da música eletrônica e no Brasil foi lançado o primeiro Rock in Rio (1985).

Nessa mesma década foi desenvolvido o IBM PC e o Apple Macintosh e as primeiras interfaces gráficas que viriam a se tornar os sistemas operacionais mais usados nas décadas seguintes; o Windows e o MacOS

Também foi desenvolvido o CD e ocorreu o lançamento da estação espacial MIR, da União Soviética; 

E com toda a expressão visual, musical e intelectual, não poderíamos esquecer de falar do beijo. Sim! Como forma de expressar afeto, precisamos entender os perigos que estamos sujeitos e colocamos os outros. A seguir, falaremos sobre algumas doenças transmissíveis através da boca, para deixar um alerta aos país e jovens sobre os problemas que a promiscuidade da atualidade trás a nossa saúde. Evite ter muitos parceiros, e mantenha você e parceiro (a) sempre em dia com o médico.

Apenas na língua, existem em média 92 espécies de micro-organismos, alguns benéficos outros responsáveis pelo mau hálito. Quando estes são eliminados por algum tratamento ou gargarejos com soluções bactericidas, o mal hábito, por exemplo, diminui de intensidade ou desaparece. Entretanto, quem beija na boca, pode pegar:

Meningite


De acordo com um estudo realizado por médicos australianos, beijar na boca de múltiplos parceiros aumenta em quatro vezes a chance de pegar meningite meningocócica. A transmissão da meningite preocupa os médicos, já que a doença tem uma evolução rápida e pode ser fatal. Os sintomas mais comuns são febre, dor de cabeça, vômitos, diarréia e rigidez dos músculos da nuca, ombros e costas.

Mononucleose 


Não é preciso dizer qual a principal forma de contaminação da chamada “doença do beijo”. Como nem sempre a pessoa sabe que tem o vírus Epstein-Barr, já que a mononucleose pode não apresentar sintomas, ela acaba transmitindo a doença a outras pessoas. Nos casos em que há sintomas, os principais são fadiga, dor de garganta, tosse e inchaço dos gânglios. Vale lembrar que o vírus pode ficar incubado de 30 a 45 dias no organismo e não tem cura – a pessoa vai carregá-lo para o resto da vida. A prevenção está em não compartilhar de objetos que venham a boca, como copos e nem beijar na boca de estranhos.

Herpes 


Mesmo que no momento do beijo o parceiro não tenha nenhum indício do problema, ele pode ter o vírus causador da doença e transmiti-lo. Depois do contágio, não há cura e a pessoa passa a conviver com o herpes, que pode se manifestar anos mais tarde, geralmente durante fases em que estiver com a imunidade baixa. O herpes pode aparecer como um machucado na boca ou até mesmo em outras partes do corpo. Cuidado, atenção e prevenção são as palavras-chave para não pegar herpes.  O simples 1 é transmitido pela saliva ou pelo contato da ferida com a pele; e o herpes simples 2, por relação sexual. O uso de proteção e boa higienização após o ato sexual, portanto, são importantes para prevenir-se.

Cárie 


Se você não dá a devida atenção à higiene bucal, pode pegar – e transmitir – cárie através do beijo. Para evitar pegar a bactéria alheia, capriche na escovação e não abra mão do fio dental diariamente, assim você fortalece a imunidade bucal e as bactérias não encontrarão um ambiente propício ao desenvolvimento. Dentistas também recomendam atenção: observe se a pessoa tem todos os dentes ou se eles estão amarelados e/ou escurecidos. Se uma das repostas for sim, faça a fila andar e chame o próximo. 

Sífilis 


A sífilis pode ser transmitida pelo beijo, se a outra pessoa estiver contaminada e tiver alguma ferida na boca. A forma mais comum de contágio, no entanto, é a sexual. A doença é causada por uma bactéria chamada treponema pallidum e pode aparecer em diferentes partes do corpo e levar até uma semana após o contágio para aparecer. A transmissão sexual pode ser prevenida através do uso de preservativos. A transmissão através da gravidez pode ser prevenida através do diagnóstico durante o pré-natal das gestantes, que devem ser tratadas assim que estabelecido o diagnóstico.


Você não contraí ao beijar:


Aids 


Não existe nenhum caso registrado na literatura médica de contágio pelo beijo. Suor, lágrimas, usar o mesmo sabonete, talher ou copo também não transmitem aids. No entanto, não deixe de usar camisinha.

Hepatite C


As associações médicas internacionais não consideram o beijo como uma forma de transmissão da doença, assim como o Ministério da Saúde. É possível pegar hepatite tendo contato com o sangue contaminado ou em relações sexuais sem o uso da camisinha. A hepatite C é causada pelo vírus HCV e, em geral, os sintomas levam até 10 anos para se manifestar. Muitas pessoas descobrem que têm a doença ao realizar um exame de sangue de rotina.

Fonte: supremeweb
           mmayink
           wikipedia
           saude ig
          drauziovarella

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